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A moda agora é ‘t-shirt’

6 mar

Por Caio Blanco

Faz um tempo, eu ouvi dizer (há quatro anos, três meses e cinco dias) que todo mundo que cresce tem que arranjar uma ocupação com o tempo, ganhar dinheiro e tocar a vida. Eu ando tocando minha vida faz quatro anos, três meses e cinco dias, muito bem, obrigado, tentando não deixar a peteca cair, mostrando com quantos paus se faz uma canoa e uns tantos outros ditados populares. Aqui na Inglaterra não foi diferente: e eu tive que rebolar pro bambolê não cair e arranjar uma ocupação pela contraprestação do vil metal. Nessa esteira, a gentil Natália Biteli cedeu esse espaço (que acompanho há tempos, pois tenho uma compulsão demoníaca por blogs adoroooo o “Noite das Meninas”) para eu fazer uma fita com meu chefe e mostrar que estou trabalhando direitinho. Não julguem o post. Jamais decidiria falar sobre camisetas se tivesse livre arbítrio para tal. Vamos, porém, tentar fazer toda a experiência mais prazerosa, utilizando os eufemismos da falecida (ainda não?) Marta Suplicy (Pra quem não entendeu, eu tô falando do “relaxa e goza” e a Marta ainda tá viva e militante da causa dos viciados em sexo).

Vocês sabiam que os portugueses chamam camiseta de “t-shirt”? Sim, tipo os americanos. Pronto, cabou, era essa a curiosidade, só queria contextualiar que eu aderi a moda e estou aportuguesando meu vocabulário. Pois bem: quem não gosta de t-shirt só pode ser doido da cabeça. As peças são perfeitas para quase todo o tipo de ocasião, clima e humor. Para nós vocês, meninas, o caimento é mais especial: devido às variações de humor bruscas por conta da TPM, ou do período menstrual em si, ou do término do namoro, ou da final do American Idol, ter uma coleção de t-shirts no guarda-roupa pode ser uma solução inteligente e pragmática para estar bem vestida e na moda.

Todo mundo sabe que o que pega hoje é ser hype. A moda patricinha foi-se embora pra Beverly Hills em 2006, quando a Lindsay Lohan começou com o pó e você deixou de frequentar a Happy News. Você nem precisa ser hype, nem precisa entender de Almodóvar de verdade ou gostar de frequentar o MASP pra estar na moda. O que importa mesmo é a aparência (ou você acha que aquela sua amiga que fica tirando foto do Instagram no Ibirapuera tá realmente andando de longboard?). E quer melhor vestuário para sair hype por aí do que uma camiseta t-shirt bacanuda? Melhor ainda se ela for uma t-shirt personalizada! ETA, QUE COISA BOA!

Bora se jogar nas estampas, nos prints, nas frases de efeito! Quer mandar uma indireta pro ex? BORA FAZER CAMISETA!  Quer sair bem na foto quando acompanhar aquele gatinho roqueiro na balada alternativa? BORA FAZER CAMISETA! Quer matar de inveja a amiga falsa? BORA ESTAMPAR A MARCA DA CHANEL NA CAMISETA!

Eu não vou nem dar uma de Coco Chanel aqui e começar a falar da importância social das t-shirts como agentes da igualdade entre homens e mulheres. Mulher moderna, poderosa, hype e que quer ficar bonita sem exagerar no look usa camiseta sem vergonha nenhuma de ser feliz. Seja na academia (aquela que você pagou o semestre e foi duas vezes até agora) ou seja para cair na balada numa noite quente de verão (ai, meus sonhos de uma noite de verão!), as t-shirts chegaram para ficar!

XoXo

Me chame de linda e não de gostosa!

18 jan

Por Adrianna Rodrigues Netto Rocha

Fiquei muitíssimo tentada em pedir à minha querida amiga Valesca escrever um post sobre esse assunto, mas… Decidi bater no peito e escrevê-lo eu mesma.
Não posso reclamar da minha sorte em ter um metabolismo acelerado. Posso comer Mcdonald’s toda semana, sobremesa em todos os restaurantes que vou e engordo apenas quando abuso MUITO de toda essa fartura. Quando tinha lá meus 15 anos até apelidei essa sorte toda de “abuso da magreza”!
Felizmente (ou infelizmente) todo mundo cresce e, junto com isso, corpos de homens e mulheres se desenvolvem. Alguns ficam maravilhosos, certo!?

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Pausa para recuperar o fôlego!
Sei que toda essa beleza e esse corpo escultural chamam a atenção de qualquer uma, assim como mulheres brasileiras e seus bumbuns deixam os homens de queixo caído. Mas, ando meio revoltada com a sociedade!
Homens, acordem! Corpo não é tudo nessa vida! Mulheres têm muito mais a oferecer! Chega dessa “agressividade” toda e de acharem que uma mulher só se torna interessante o bastante se houver sexo na jogada e se ela for estonteantemente magra gostosa. É apenas um corpo… não significa nada. Absolutamente nada!
E não achem que sou do tipo gordinha ou do tipo Olívia palito…e por isso protesto! Sou bem satisfeita com meu corpo, por sinal. Não me considero nem gorda e muito menos gostosa, mesmo porque, além da palavra soar um tanto quanto pesada pra mim, dentro de 1,54m, não da pra caber muita coisa né?!
Só acho que as mulheres, sejam gordas, magras, gostosas ou o que for, devem se dar mais valor!

Padrões de beleza e o tempo

20 dez
 Por Paulinha
 

O post da Rê sobre fazer dieta me inspirou, comecei a pensar em como os padrões de beleza vão mudando com o passar do tempo, não entendo muito de arte, mas pelo que pesquisei, as gordinhas eram famosas na época do Renascimento Cultural, onde  a desigualdade social era massacrante, a importância da posição social e do status era tão forte que a idéia que se fazia de beleza física vinha associada a isso. No caso das mulheres, que ficavam muito mais tempo enfurnadas em seus grandes palácios – muito mais do que os homens – comida em excesso era normal. Ter muita comida era sinônimo de dinheiro, poder, status, e, assim bonitas eram as mulheres mais roliças, com braços mais fortes, com um corpo que demonstrasse literalmente os excessos da vida no reino. 

“O rapto das filhas de Leucipo”, de Rubens
“Primavera” Botticelli
 

"Bather drying her leg" e "Sleeping Bather" de Renoir

Depois, passamos pela época em que a beleza estava nas roupas…

E, pulando algumas épocas, chegamos na década de 90, quando entram na moda as magrelas da passarela, iniciando com Kate Moss, que com seus 15 anos, posou para um ensaio histórico para a revista britânica The Face. Em fotos que aparecia semi-nua, o mundo viu uma garota de beleza tão diferente aparecer.

Foto do editorial "O terceiro verão do amor"

Foto do editorial "O terceiro verão do amor"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Até que, no meu ponto de vista, entra a decadência da beleza, com as tão famosas mulheres frutas, com seus pernões, bundões, peitões e cinturinhas

E para os próximos anos, o que será que vem por ai???

 

Diário de uma …. tentativa!

9 dez

(Re Bergman)

Mais cedo ou mais tarde esse tema iria aparecer no blog.

E devo avisar que não vai ser legal, e não vai ser bonito….

Peso, gordurinhas que não te pertencem, aquela calça que não fecha.

E não, não é dessa gordurinha que estou falando! Infelizmente…

Depois de 3 semanas de provas na faculdade, onde a manutenção do corpinho tinha a prioridade “-15″,  faz exatamente 1 semana que comecei um regime novo.

Acordo e tudo começa bem…ou pulo café da manhã, ou como uma granola maxi ultra fibras, ou um omelete de claras – de acordo com o regime do dia é claro.

  1. Lanche da manhã – mega empolgação, vou até pular, não preciso dele, vou ser mais agressiva que o próprio regime.
  2. Almoço, é quase sempre o mesmo em todas as dietas, saladinhas, franguinho – realmente acho que ouvi o frango rindo da minha cara “você de novo por aqui??” – mas tudo bem, tudo por esse corpinho:
  3. A tarde – a temida tarde! Como o lanchinho proposto pelo regime, e a sua geladeira, ou aquela lojinha no trabalho começa a literalmente falar com você!
  4. Ahh… que mal um chocolatinho vai fazer? – Aqui começa o processo de auto convencimento enganação!! Um chocolatinho tem a mesma quantidade de calorias que uma barra de cereal!!!
  5. Noite – Como já burlei o regime a tarde…. pensando bem… acho que nem vale mais a pena continuar hoje! Vou aproveitar o jantar porque amanhã começo um master mega regime novo!!!

Gente alguém mais vive isso?? Dicas??

Amanhã começo um novo, aparentemente com alguns shakes MARAVILHOSOS – tenho minhas dúvidas hehe – mas se esse der mais certo posto aqui!!

Mais:

- Rituais de beleza MUITO íntimos

- Não acredito que todo mortal passe por isso

- Já que é para comer: dica de um restaurante gostoso!

Ninguém está satisfeito com o que tem

1 dez

Por Camila Faria

Na minha opnião as Vietnamitas são as mulheres mais bonitas do sudeste asiático. Isso porque elas tem o cabelo bom das japonesas, o corpinho mignon das chinesas, o olhar místico e o tom de pele maravilhoso das indianas.

Certeza que os marmanjos concordam, né?

Mas é aquela velha história: ninguém está satisfeito com o que tem. O gramado do vizinho é sempre mais verde, nesse caso mais branco. Imaginem qual foi o meu espanto ao chegar na loja de cosméticos e descobrir que o produto campeão de vendas é o tal de Xtreme White, que promete clarear sua pele e deixá-la branquinha em até 15 dias. Resultado  comprovado ou seu dinheiro de volta!

Achou um absurdo? Mas é isso mesmo mulher brasileira! Nós, que passamos horas torrando no sol para cultivar a cor do pecado, que achamos que as bochechas coradas dão um ar de saúde, nós que achamos um charme os caras que voltam da praia vermelhinhos porque né, homem que fica retocando protetor toda hora das duas uma: ou é viado ou tem uma namorada muito chata.  Nós enfim, que gastamos uma nota em cremes bronzeadores\protetores, estamos indo completamente contra os valores de beleza locais.

Ainda bem que tem gosto para tudo nesse mundo!

Mais:

- Os tempos mudaram. Como agir agora?

- Coisas que a gente faz pra ficar bonita…

- Mal feminino universal: TPM

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