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Um anjo chamado mãe!!

13 mai

Por Paulinha

Nesse dia tão especial não poderiamos deixar de postar algo, acho que esse texto transmite muito bem o que são as mães nas nossas vidas…não consegui identificar o autor, mas amei o texto!!!

Dedico a todas as mães que sempre estiveram ao lado dos seus filhos, apoiando, ensinando, sofrendo junto, elas merecem!!!

Mãe, obrigada por tudo!!!

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Uma criança pronta para nascer, perguntou a Deus:

- Senhor, dizem que descerei para a Terra amanhã, mas como vou viver lá, sendo assim, tão pequena e indefesa?

E Deus falou:

- Entre muitos anjos, eu escolhi um muito especial para você. Esse Anjo está lhe esperando e tomará conta de você.

A criança, curiosa, continuou:

- Mas, me diga uma coisa, Senhor, aqui no céu eu não faço nada, a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz…como será lá na Terra?

E Deus, pacientemente falou:

- Seu Anjo irá cantar e sorrir para você. A cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do seu Anjo e será feliz.

A criança queria saber mais e perguntou:

- E como vou entender, quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas da Terra falam?

E Deus respondeu:

- Com muita paciência e carinho, seu Anjo vai lhe ensinar a falar.

A criança quis saber mais:

- E o que vou fazer quando eu quiser falar contigo, Senhor?

Deus disse:

- Seu Anjo vai juntar suas mãos e lhe ensinar a orar.

A criança, preocupada, perguntou também:

- Eu ouvi dizer que na Terra existem homens maus. Quem irá me proteger dos perigos?

Deus, então, respondeu:

- Seu Anjo irá defender você, mesmo arriscando sua própria vida.

A criança queria saber muito mais e falou:

- Então serei sempre triste porque não o verei mais, Senhor!

Deus disse:

- Seu Anjo sempre irá lhe falar de Mim. Vai lhe ensinar a maneira de vir a Mim. E Eu, sempre estarei dentro de você!

Nesse momento, havia muita paz no Céu, mas, as vozes da Terra já começavam a ser ouvidas.

A criança, apressada, pediu carinhosamente a Deus:

- Oh, Deus! Se eu este é o momento de ir para a Terra, por favor, me diga…qual o nome do meu Anjo?

E Deus respondeu:

- Você chamará o seu Anjo de: MÃE !”

Que sono!!!

23 jan

Por Paulinha

Você está lá, todo concentrando, quando de repente ele vem, o sono, chega como quem não quer nada e vai dominando todo o seu corpo. Quem não tem uma historia engraçada de alguma vez que dormiu na sala de aula e roncou, ou quando acordou não tinha mais ninguém na sala, ou que acordou com o professor olhando pra sua cara.

E no trabalho então, às vezes é bem difícil controlar, por exemplo, agora, estava aqui piscando na frente do computador, só lembrando uma dica que me deram uma vez pra eu ir dormir no banheiro, mas e o medo de pegar no sono profundo e ficar no banheiro até amanhã? Por isso achei melhor investir em outra coisa e escrever esse post pra ver se acordo (tomara que meu chefe não leia o blog).

O sono é uma coisa traiçoeira, ele não aparece só em momentos chatos como no trabalho ou na sala de aula, às vezes ele aparece no meio do cinema, ou até mesmo na balada, o que fazer nessa hora??? Pra ser sincera, ainda não descobri, sou do tipo que durmo mesmo, até um farol vermelho é útil pra dar aquela descansadinha, sempre vai ter alguém irritado que vai buzinar e te acordar…

Padrões de beleza e o tempo

20 dez
 Por Paulinha
 

O post da Rê sobre fazer dieta me inspirou, comecei a pensar em como os padrões de beleza vão mudando com o passar do tempo, não entendo muito de arte, mas pelo que pesquisei, as gordinhas eram famosas na época do Renascimento Cultural, onde  a desigualdade social era massacrante, a importância da posição social e do status era tão forte que a idéia que se fazia de beleza física vinha associada a isso. No caso das mulheres, que ficavam muito mais tempo enfurnadas em seus grandes palácios – muito mais do que os homens – comida em excesso era normal. Ter muita comida era sinônimo de dinheiro, poder, status, e, assim bonitas eram as mulheres mais roliças, com braços mais fortes, com um corpo que demonstrasse literalmente os excessos da vida no reino. 

“O rapto das filhas de Leucipo”, de Rubens
“Primavera” Botticelli
 

"Bather drying her leg" e "Sleeping Bather" de Renoir

Depois, passamos pela época em que a beleza estava nas roupas…

E, pulando algumas épocas, chegamos na década de 90, quando entram na moda as magrelas da passarela, iniciando com Kate Moss, que com seus 15 anos, posou para um ensaio histórico para a revista britânica The Face. Em fotos que aparecia semi-nua, o mundo viu uma garota de beleza tão diferente aparecer.

Foto do editorial "O terceiro verão do amor"

Foto do editorial "O terceiro verão do amor"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Até que, no meu ponto de vista, entra a decadência da beleza, com as tão famosas mulheres frutas, com seus pernões, bundões, peitões e cinturinhas

E para os próximos anos, o que será que vem por ai???

 

Planejando a viagem

6 dez

Por Paulinha

Eis que um dia meu pai pergunta:

- Paula, vc acha que consegue tirar férias no final do ano?

- Ah pai, planejando tudo direitinho, falo com meu chefe e acho que consigo sim, pq??

- Estou pensando em passarmos o Natal e o Ano novo na Califórnia, por que agora que estão todos “crescidos”, talvez essa seja a ultima viagem que vamos conseguir ir os cinco juntos.

Passagens compradas com antecedência, e só…Então minha mãe começa a surtar, que ninguém ajuda em nada, que sobra tudo pra ela, que a viagem está chegando e ainda não fechamos nem hotel.

Vou confessar, AMOOOO mto viajar, mas tenho uma preguiça enooooorme de ficar planejando, tão mais simples quando você só vai viajar, mas como meu pai falou, estamos “crescidos” e agora temos que ajudar com tudo #quesaco

Calma mãe, falta 1 mês pra viagem, mas 1 mês passa voando…Ta bom, vamos fechar hotel, mas não é tão simples assim, pra fechar o hotel vc tem que saber o roteiro, que também não tinha sido decidido ainda…

Reunião familiar no sábado de manhã pra definir roteiro, Los Angeles, Las Vegas, San Francisco – hotéis fechados – mas ainda assim, é difícil deixar minha mãe totalmente satisfeita. Ainda falta ver carro pra alugar e comprar ingressos para os shows que vamos querer ver em Las Vegas. Ah mãe, isso dá pra ver mais pra frente vai…#quedordecabeça

Nessas horas queria ser aquele tipo de pessoa que compra a passagem e deixa pra ver todo o resta na hora que chega no lugar, mas não sou, nasci organizada (apesar do meu quarto dizer o contrario).

Mas essa semana terminaremos de ver tudo, e depois vai ser só curtir e juntar histórias pra postar aqui…

 

Mais:

- Amigo de mulher é cabelereiro!

- Saiba qual é a sensação de ser depilada

- Um dia no consulado americano

Quem inventou??

1 out

Por Paula Bedoni

Outro dia fiquei pensando, quem será que foi a pessoa que teve a brilhante idéia de começar a arrancar os pelos do corpo, inventando assim a tão sofrida depilação. Ta bom, vamos concordar, ficamos MUITO mais bonitas com tudo depilado, mas dói demais!!!

Fui procurar na internet, e pra ser sincera, esperava uma história muito mais emocionante, a história que encontrei em todos os sites foi: “A depilação vem do tempo da antiga Grécia. Em 2000 a.C., as mulheres gregas arrancavam os pêlos com as mãos, ou queimavam-nos com cinzas quentes sobre a pele. A dor era tanta que as sacerdotisas dos templos de Creta ingeriam uma bebida forte, que entorpecia o corpo. Uma espécie de anestesia que evitava assim o sofrimento. A história nos revela que em 1500 a.C. os homens também removiam os pêlos com um depilador feito de sangue de diversos animais, gordura de hipopótamo, carcaça de tartaruga e trissulfeto de antimônio.“

Como a historia da depilação nao foi tão legal como esperava, resolvi colocar um texto que achei durante a minha pesquisa e achei SENSACIONAL!! É um pouco comprido, mas vale a pena. Infelizmente não consegui encontrar o autor do texto para dar os devidos créditos, mas segue:

“Tenta sim. Vai ficar lindo.”
Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
- “Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- “Vai depilar o quê?”
- “Virilha.”
- “Normal ou cavada?”

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- “Cavada mesmo.”
- “Amanhã, às… deixa eu ver…13h?”
- “Ok. Marcado.”

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique.
Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.
Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- “Querida, pode deitar.”
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus , era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- “Quer bem cavada?”
- “…é … é, isso.”

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- “Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- “Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- “Pode abrir as pernas.”
- “Assim?”
- “Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.”
- “Arreganhada, né?”

Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- “Tudo ótimo. E você?”
Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”. Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.
O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- “Quer que tire dos lábios?”
- “Não, eu quero só virilha, bigode não.”
- “Não, querida, os lábios dela aqui ó.”

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia.
Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- “Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.”
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- “Olha, tá ficando linda essa depilação.”
- “Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.”

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. - “Me leva daqui, Deus, me teletransporte”. – Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- “Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?”
- “Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.”

Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da puta arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- “Vamos ficar de lado agora?”
- “Hein?”
- “Deitar de lado pra fazer a parte cavada.”

Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- “Segura sua bunda aqui?”
- “Hein?”
- “Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê… Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- “Tudo bem, Pê?”
- “Sim… sonhei de novo com o fiofó de uma cliente.”

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu twin peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cús por dia. Aliás, isso até aliviava minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- “Vira agora do outro lado.”
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A bruaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem?
Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- “Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.”
- “Máquina de quê?!”
- “Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.”
- “Dói?”
- “Dói nada.”
- “Tá, passa essa merda…”
- “Baixa a calcinha, por favor.”

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha!!!…como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cú. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
” – Prontinha. Posso passar um talco?”
- “Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.”
- “Tá linda! Pode namorar muito agora.”

Namorar…namorar… eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso . Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.

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