Arquivos | setembro, 2011

Who wants to be a millionaire?

30 set

Por Natália Biteli

Qual é a primeira coisa que você faz quando chega ao escritório?

Eu pego a minha bolsinha de maquiagem, carrego ela comigo até a máquina de café onde pego uma enorme xícara para “acordar”, passo meus 10 minutos sagrados na frente do espelho escondendo as olheiras, passando blush e afins, sento e abro o Outlook e Internet ao mesmo tempo, checo 5 blogs de moda, EGO.com, UOL e, por fim, checo minha conta bancária só pra ter certeza que aquele finzinho de salário ainda está lá intacto e pronto pra ser gasto no final de semana que se aproxima.

Aí sim começo a trabalhar.

Ao meu lado sentam 4 homens bem típicos do mercado financeiro, que não é preciso fazer força para ler seus pensamentos – “dinheiro, dinheiro e dinheiro”.

São garotos novos, cheios de energia e com um objetivo em comum: ser milionário antes dos 30.

Para eles, a atividade sagrada no período da manhã é ler o ‘Valor Econômico’ e dar uma olhada nos resultados do brasileirão. Abrem o Outlook para realmente checar o que precisa ser feito e abrem suas planilhas de 159834957 linhas (enquanto eu ainda estou pegando o café).

Qual é a nossa diferença?

Está enganado quem pensa que eu não quero ser milionária como eles. Quero muito!!! Se tem 1 coisa que aprendi com meu chefe é que só é feliz quem vende côco na praia.

Em tempos de crise, dólar caindo dólar subindo, Grécia Irlanda e Portugal em iminência de colapso, só não pira quem tira uns minutos de descanso mental, cada um com a sua própria maneira.

Não abro mão dos meus blogs de moda como eles não abrem dos e-mails de mulher de lingerie.

Se eu não conseguir ficar milionária antes dos 30, o Guarujá está lá com os braços abertos para me receber…

como agir agora?

29 set

Por Luciana Barcha

passeata pelos direitos iguais

Queimamos sutiãs, conquistamos o mercado de trabalho,e chegamos a presidência! A evolução da mulher na sociedade ocidental bem como seu papel dentro de casa mudou muito nos últimos tempos. Apesar de ainda termos salários mais baixos que profissionais do sexo masculino, considerando os mesmos cargos, nós já até assumimos o papel de “homem da casa” em muitos lares. (desculpe o machismo).

Com toda essa reviravolta de deveres e poderes eu agora fico confusa no que diz respeito à etiqueta num relacionamento afetivo (ou não) entre homens e mulheres! O que ficou careta? O que virou de praxe? O que vale e o que não vale mais? Ou será que vale tudo?!Me lembrei de apenas alguns tópicos que ainda dão um nó na minha cabeça:

  • Conta: o homem continua pagando?Eu gosto de rachar mas em quais ocasiões cabe a ele assumir essa responsa?E eu devo pagar? Preciso pagar Não devo pagar nunca?
  • Delicadezas: abrir a porta do carro, puxar a cadeira para a mulher se sentar, trocar o pneu.Ainda fazem isso? Quem faz isso hoje em dia? Só porque pago minhas contas e estudei engenharia que os pequenos gestos foram abolidos?
  • Ligações: no dia seguinte ele deve ligar primeiro? A mulher não pode tomar iniciativa? Ou vamos ficar só na impessoalidade de troca de mensagens?

Alguém me ajuda que agora eu não sei de mais nada!

Lugar de mulher é no estádio de futebol!

28 set

Por Adrianna Rodrigues Netto Rocha

Filho da puta! Vai tomar no cú seu juiz ladrão!
Disso pra mais é o que se escuta quando você decide assistir a um jogo de futebol no estádio.
E quem se importa com isso em meio a tanta emoção, nervosismo e felicidade ao ver seu time entrar em campo!? Eu particularmente amo assistir jogos de futebol em estádio, mesmo que seja dentro da torcida oposta.
Isso mesmo! Fui ao estádio em plena torcida adversária e o pior de tudo, acompanhada de mais 2 torcedores querendo, naquele momento, “acabar com a minha raça!”. A única vantagem disso tudo é na aproximação da bola ao gol, seja a favor ou contra seu time pois todos se levantam… Ou para ver o provável gol ou para zicar o time oposto e esperar a bola sair da área a qualquer custo… Porque de resto, torcida adversária só quando o jogo é de “6 pontos” e ou você assiste lá ou em casa com menos emoção. Mesmo achando um pouco traição, fiquei com a primeira opção.
Nada se compara a estar ao lado se SUA torcida, cantar junto, empurrar o time pra frente… E quando sai o gol!? A garganta fica rouca de tanto gritar, as pernas cansam de tanto pular! É uma sensação de dever cumprido, mesmo não dependendo de você.
E no final o que são tantos palavrões em meio a tanta coisa boa!? Quem nunca falou palavrão na vida, que atire o primeiro saco de xixi da arquibancada para a numerada!!
É isso! Gosto de futebol! Sei o que é impedimento, falta, tiro de meta e escanteio.
Bem vindos homens, ao mundo da mulher moderna!!

Rock in Rio 2011 – Ainda bem que eu não fui!

27 set

Por Camila Faria

Este final de semana a televisão aqui de casa ficou o tempo todo ligada no multishow transmitindo o Rock in Rio ao vivo. Um evento como esse é histórico e eu não poderia deixar de ver para dar meus pitacos.

Diante disso eu PRECISO agradecer a todas as minhas amigas, amigos, primos e irmão por não terem me convencido de ir no Rock in Rio. Se eu bem me conheço não custava muito para eu me empolgar com a ideia e fazer aquela correria até o Rio pra conseguir chegar a tempo de assistir tudo.

Nenhuma das apresentações me deixou com aquela sensação de “nossa eu precisava estar lá neste momento”. Inclusive fiquei feliz por poder babar nas coxas da Claudia Leite em alta definição.

Em 3:30 – momento “nossa eu precisava estar lá”

Coxas da Claudia Leitte em alta definição

Mas o momento TOP “ainda bem que estou em casa” aconteceu durante o show de domingo. O que foram os integrantes do Slipknot com aquelas máscaras ao estilo Jogos Mortais?? Sem falar nos mosh’s sem noção que rolaram (pelo menos faríamos um check, meninas)!! Isso é coisa do demo!!

Certeza que terei pesadelos essa noite.

Ufa, precisava compartilhar!

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais programas de índio:

- Lugar de mulher é no estádio de futebol!

- Um dia no consulado americano

- Um pedido para os Deuses Maias

Garotas – ponto para o interior novamente!

27 set

Por Bruno Faria

Por experiência própria sei que muitas mulheres juntas acabam
brigando, por isso venho aqui acalmar os ânimos hormônios femininos.
A pedido de minha irmã escreverei hoje, o que será bom para tornar esse
blog mais diversificado.

Há 4 anos vivo entre duas cidades e entre duas realidades distintas.
Uma tem 20 milhões de habitantes a outra 200 mil. Uma ao sair para uma
volta encontro 20 pessoas que chamaria para beber uma cerveja, na outra
não vejo um rosto amigo. Por isso uma simples viagem de duas horas por
dois dias pode ser um grande motivo para reflexão.

Chego, São Paulo, sexta-feira, amigos, balada ESPM/FAAP/GV,
R$150, “vambora”, faz tempo que não os encontro. 2h da manhã, festa
open bar… Quanta mulher! Mulheres maquiadas, cabelos esticados, saias
curtas, um pouco exageradas, salto alto, será que todas são pré-moldadas?
Não há homem que resista a essa beleza definida pelo senso comum
masculino.

Assim como um cachorro que vai ao encontro de seu dono quando
chamado, os homens as abordam atraídos pela beleza e logo são
dispensados sem ganhar um sorriso por não ser o príncipe encantado ou
por ser o bêbado largado.

Me desculpem paulistanas mas o interior é bem mais divertido. Por
R$20, temos open bar com direito a birinight e catuaba, lá as mulheres
são menos produzidas e menos parecidas umas com as outras, mas são
bem mais graciosas e divertidas, mais receptivas. Qualquer esbarrão é
motivo para puxar uma conversa que pode resultar em horas de diversão,
não é necessária a lábia fatal para conquistar aquela gata, aliás esse não é
o fundamental, todos aqui querem se divertir e rir um pouco mais.

Ao descerem de seus saltos, desinflarem seus egos e pararem de
distribuir “nãos” por aí, vocês mulheres estarão vulneráveis a andarem
com um sorriso de orelha a orelha em São Carlos por causa daquele cara
que você negou um pequeno sorriso em São Paulo.

Padrão de qualidade São Paulo

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